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Contação de histórias

Ovo de Elefante

Adaptação de trecho do livro do escritor Tiago Melo de Andrade, no qual a princesa africana Badu conta as guerras que a descoberta de pedras preciosas provocaram na África, a sofrida vinda dela e outros escravizados no navio negreiro, suas tentativas de fuga no Brasil e resistência num quilombo.

"Contação" dessa história para professores no encontro pedagógico EJA em Ação, em Santo André, para jovens e adultos nas escolas Darcy Ribeiro e Centro Público João Amazonas, na mesma cidade, além do Encontro Internacional de Literatura Africana na Galeria Olido, com o músico Sthef Leal.

 

Nesta narração, são explorados figurino, música e interação com a plateia.

Nós, de Eva Furnari

Esse livro destaca de modo poético a necessidade da aceitação da diversidade, o quanto é importante que sejamos diversos, como o bullyng pode nos fazer perder quando pessoas únicas se afastam e uma jornada pode ser transformadora e até mesmo nos levar de encontro a nós mesmos.

 

Exploro acessórios de cena como cachecois e panos, envolvendo público, solicitando que me ajudem a carregar, pois o peso dos nós que a protagonista Mel leva é demais pra um só sustentar, além do canto de chegança. 

Já a contei na feira literária do Colégio Civitatis, na Vila Prudente, em parceria com a livraria Jeito de Aprender; na partilha de experiências pedagógicas Rede em Roda, em Santo André;

em sábado literário promovido pela escola municipal Florestan Fernandes, de Mauá;

em evento de dia das crianças promovido pela ONG Recotece em Santo André.

Mãe D'Água

Esta lenda ribeirinha fala da protetora dos rios, que vive solitária próxima a Alagoas, na divisa com o mar, quando recebe de presente duma mãe pobre em Minas Gerais o filho dela, abençoado pela madrinha Santa Bárbara, que vem protegido num barco pelas águas. 

Exploro figurino, objetos cênicos e canto, também em parceria com a atriz, fotógrafa, educadora e produtora cultural Tatit Brandao, na iniciativa cênica de oficinas Mulheres Contadeiras.

História contada em festa educativa na Estação Brasil - Casa de Arte e Cultura e no projeto Histórias Contadas, Produzidas e Partilhadas do Sesc Registro.

 

As Aventuras de Pedro Malasartes

Da obra de Eraldo Miranda e Ricardo Mendes foi escolhida o "causo" simbólico A Árvore de Dinheiro, especialmente para o workshop Método Stop de Organização Financeira, no qual Talita Gomes explora técnicas didáticas, de física quântica, lúdicas e visuais para aprimorar o "fluxo de caixa doméstico, entre elas a adaptação do antigo jogo infantil stop,

A história? Mais uma vez este lendário personagem da cultura oral cabocla usa de malandragem para tornar menos injusta as relações entre o "turco", dono de tudo neste interior em que a história se passa e os moradores oprimidos pela impossibilidade de recorrer aos serviços e produtos de outro fornecedor que explorasse menos as pessoas simples da região... É possível uma conexão bastante peculiar desta tradição popular à nossa relação com a abundância!

Para esta narração dramatizada, os recursos foram música, figurino e colagem artesanal como improviso de cenário.

A Cidade Que Perdeu Seu Mar

O livro de Elias José se passa numa cidade pequena em que as novidades dificilmente chegavam e nem mesmo as pessoas se arriscavam a mudar sua rotina. Até que um marinheiro traz suas lembranças, lições, saudades e alegrias - de forma que a maresia, o barulho das ondas, os aprendizados, cores e imaginação tomam conta de todo aquele interior.

 

Figurino e música me acompanharam nesta apresentação entre as palestras e  vivências do Firefly Wonderland, do qual participei finalizando o programa de coach, emprendedorismo e auto conhecimento Recalculando a Rota.

Saturnino, o Menino de Saturno

Saturnino, o Menino de Saturno

Na história de Ziraldo o protagonista procura cores para os anéis de seu planeta que perderam os tons e conhece as obras de muitos pintores famosos em nosso planeta. A narração foi no aniversário do Colégio Beatíssima Virgem Maria, em parceria com a editora Melhoramentos..

Foram exploradas música e figurino.

O Rei do Grande Rio

Narração dramatizada da história de Pedro Bandeira, na qual Pedrinho já é um pescador experiente, devido a sustentar os irmãos do que consegue no rio local, porém todos se preocupam quando os peixes que todos podiam comer começam a ser devorados por uma misteriosa infestação de piranhas. É o vento quem dá as pistas para que ele descubra lá com o Rei do Rio o que ocorre e as forças da natureza também o protegem na busca por este Rei no fundo do rio. O que encontraria? No fundo do rio, é o crocodilo quem revela a Pedro que as caças noturnas à sua espécie tem desequilibrado o rio e este pescadorzinho, escolhido para esta missão por ainda manter a ingenuidade infantil, espalha o problema e a necessidade de resolvê-lo a todos na região.

Conto explorando figurino, música e eventualmente, acessórios de cena.

Trabalhei a história no Colégio da PM, em parceia com a editora Melhoramentos.

A Velhinha que Dava Nome Às Coisas

Adaptação do livro de Cinthia Rylant, já explorada em escolas e asilos, valoriza a amizade, o aprendizado da saudade, os vínculos, a experiência, sabedoria dos mais velhos e a própria história que ganhamos ao sermos batizados.

Conto explorando objetos cênicos, músicas e figurino.

Trabalhei a história em asilos associados à Amastesp (num deles, uma senhora surpreendentemente disse que perdeu o medo) e na feira literária do Colégio Santa Clara (parceria com a Livro Fácil).

História afro A Canção da Chuva

do livro Volta Ao Mundo em 80 Histórias

Esta história é de Gana e destaca como precisamos preservar a natureza, como quem menos imaginamos pode ser quem realmente solucionará questões mais complicadas, que a melhor solução na maior parte das ocasiões não necessariamente será "no grito" e diversas vezes quem fala baixo tem uma força inimaginável.

Conto explorando música, figurino e elementos de cena.

História já me acompanhou na formação em literatura nas CEIs Nossa Senhora e São Benedito, pelo edital Impaes/ Cenpec em 2015; projeto Oralidade Escrita, apoiado pelo fundo IberCultura da Organização dos Estados Americanos, em abril de 2016, na Argentina; no Colégio de Aghape, em São Paulo, em outubro de 2015; na Feira Afro Fest, no Canteiro Aberto de Obras da Vila Itororó, na histórica Bela Vista, em São Paulo, 

Lenda Indígena de Surgimento da Noite, dos livros Lendas da Amazônia, de Flavia Sawary e Acender de Um Fogo, de Ana Luiz e Ana Maria Lacombe

Todas as histórias destacam valores humanos. Esta no entanto destaca o fantástico na literatura oral indígena, como eles convivem com a natureza sem impactá-la, como as lendas da cultura deles explicam as questões que os encantam de modo encantador, mostra a convivência com os animais de modo harmônico e como muitos deles adquirem papeis humanos em narrativas dos povos indígenas.

Conto explorando elementos de cena, figurino e música.

Já utilizei conto na formação em literatura em CEIs do Jabaquara, mencionada acima;

Colégio Xingu, Santo André; Feira Indígena de São Caetano, no Parque Chico Mendes, em abril de 2016; aniversário de Pedro Viola, em Santo André, dezembro de 2015.

A Árvore Generosa, de Shel Silvertein

Esta história pode explorar tanto o aspecto de sustentabilidade, que deve ser trabalhado transversalmente nos currículos, como remeter a uma reflexão sobre como a personagem principal lembra as mães, que se doam incondicionalmente. Trata de generosidade, meio ambiente, egoísmo, amizade, reencontros e valor das pequenas coisas que realmente pesam na vida.

Dependendo do contexto, exploro pequeno cenário em papeis kraft, laminado e aveludados, figurino e música.

Já a contei em reinauguração de praça pela Fundação Toyota em Indaiatuba; lançamento de livro do designer Caio Martinelli, na biblioteca Viriato Correia, na Vila Mariana, em São Paulo; na Livraria Cortez, na Pompeia, em São Paulo; no mês das Árvores, nos Objetivos de Alphaville e Granja Viana, em setembro de 2015, em parceria com a saudosa Cosac Naify.

A Princesa Que Não Tinha Reino, de Úrsula Jones

A obra explora estas princesas reinventadas, já que hoje em dia muitas crianças não aceitam contos clássicos sem questioná-los. A protagonista não tem posses, trabalha, valoriza mais o amor que as propriedades de seus pretendentes, se apaixona por um príncipe improvável e também renova seu próprio olhar para o fato do casal não ter castelos ou grandes reinos.

 

Utilizo acessórios de cena, canto de chegança e figurino.

Já a contei em sábado literário na escola Bakhita, nas Perdizes, em São Paulo;

em comemoração de dia das crianças na Escola Estadual Pedro Voss, na Santa Cruz, em São Paulo, outubro de 2015; no Centro Cultural Diadema e escola municipal Oscar Niemayer, em São Caetano, pelo projeto Que Feminino é Esse? Novas heroínas, pelo BiblioSesc de São Caetano, em março de 2015.

Uma Princesa Nada Boba, de Luiz Antonio

Ouvindo às crianças que cada vez mais querem personagens que as represente (além de atender à legislação que determina ensino de cultura afro), esta história mostra como representatividade é importante, riqueza da cultura afro, como é preciso destacar papeis em que as mulheres sejam protagonistas e não só aguardem a chegada de um mocinho e como as sábias ansiãs podem usar sua sabedoria para apaziguar a dor de quem não se vê na propaganda, cinema ou TV.

 

Exploro acessórios de cena, canto e figurino.

Contei em curso de férias nos Rio Branco de Cotia e Higienópolis, em parceira coma  Livraria Livro Fácilem julho de 2015; sábado literário no Colégio Ressureição, no Jabaquara, em parceria com o autor Luiz Carlos Salles; na escola municipail Darcy Ribeiro, em Santo André, onde dei aula pela rede municipal no Ensino de Jovens e Adultos (EJA); no aniversário de 10 Anos da Biblioteca Comunitária do Heliópolis.

As Horrorosas Maravilhosas, de Elias José

O reconto das Três Fiandeiras, também valorizado por Teófilo Otoni e Câmara Cascudo, destaca a tradição oral, afinal vem passando de contador a escritor há muito tempo e entre muitas comunidades, mostra como as mulheres podem ser unidas, uso da esperteza, comumente associaca a personagens da cultura popular como Pedro Malasartes, porém desta vez por  mulheres, valoriza o trabalho manual, muitas vezes mal visto pelos intelectuais e como vale batalhar por um sonho, ainda que pareça complicado. O próprio livro carrega outra história, pois o escritor não viu os bordados, fotos, desenhos e diagramação ganharem formato literário, acabou falecendo antes.

 

Exploro canto de chegança, música da tradição oral, figurino e acessórios de cena, além de envolver plateia no enredo com tecidos, agulhas e linhas.

Contei na escola Vivenciarte de São Caetano; no espaço Brincar do Sesc São Caetano;

no sarau de lua da Estação Brasil e nas bibliotecas do Colégio Santa Maria, no Jardim Marajoara, em São Paulo.

A Mulher Esqueleto e Donzela Sem Mãos, do Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarice Pínkola Estes

Quem disse que contar histórias é só para crianças? Estes contos do sagrado feminino destacam como às vezes nos ferimos para nos adaptar a situações limite, como nos ferimos e depois nos apaziguamos com o masculino, como as lágrimas muitas vezes podem nos proteger, novamente como jornadas podem nos transformar, o amor vai além das aparências, o telefone sem fio é mais antigo e praticado em locais onde nem imaginamos, a generosidade pode atuar a favor em enredos complicados, o amor e a doação têm potenciais maiores do que podemos imaginar.

 

Exploro cantos, figurinos e enventualmente elementos de cena.

Contei no Sesc São Caetno; no Movimento das Mulheres do Heliópolis; nas Livrarias da Vila de Moena e Pinheiros, em São Paulo; no Centro Cultural IBEP, da Bela Vista, em São Paulo.

Filomena Firmeza, Patrick Modiano

História explorada em parceria com a saudosa editora Cosac Naify, na Feira Literária do Colégio Parthenon, um evento significativo em Guarulhos, inclusive que gera interesse da mídia local. O livro foi trabalhado com estudantes do 9o ano do ensino fundamental, destacando diferentes formas de olhar as dificuldades, relação divertida que os personagens tinham em família, como as memórias são importantes para o ser humano, superação de dificuldades e como apesar de saudade só existir em português, todos os povos sentimos, inclusive os franceses.

 

Exploro acessórios de cena, figurino e canções.

A Rainha das Cores, de Jutta Bauer

Para retomar parceria com agência de promoção que destaca material diferenciado de papelaria que só pinta no papel da empresa parceira, foi escolhida esta história da premiada escritora alemã, por associar às cores qualidades, sensações e atitudes. Na contação as cores também levam a paisagens e locais que combinam com as emoções que cada cor provoca.

 

São explorados acessórios de cena, figurino e canções.

Foi contada nas livrarias Cultura da Paulista e Villa Lobos, em São Paulo, em julho, em parceria com a GDA.2 e a Cryolla

Urashima Taro

Este clássico japonês ressalta sabedoria dos ancestrais, peso da passagem do tempo, como devemos ouvir quem nos ama, que é preciso preservar a natureza e locais que amamos passad tempo significativo já não nos dizem muito sem o que nos fez adorar aquela região: as pessoas que amamos.

 

Conto explorando elementos de cena e canções de chegança.

Foi contada em asilos atendidos pela Associação Amastesp, em todas regiões de São Paulo

O Homem que Enxergava a Morte

Conto da tradição cabocla, com personagem cuja esperteza remete a Pedro Malazartes, da cultura popular e resgata questões como generosidade, apego, etapas naturais da vida, raízes sertanejas, de forma divertida e leve.

Já contei com elementos cênicos e música para jovens e crianças e somente me apoiando no potencial da narrativa para adultos.